22.8.13

Felicidade Realista

É comum ouvirmos que mulher nunca está satisfeita, que está sempre querendo algo novo, e blá blá blá.. não é mesmo?!

Apesar do machismo impregnado nessas afirmações, ela não está tão errada. Na verdade, o ser humano (de modo geral) está sempre em busca de algo a mais, se comparando com o outro e acreditando que para ser feliz precisa ter o que ainda não tem [e sempre esquecendo de valorizar o que já conquistou]. 

Viver é mais simples do que pensamos, mas temos a fantástica capacidade de complicá-la cada vez mais, na busca incansável pela felicidade. 

Para entendermos melhor esse meu comentário, deixo um texto da Martha Medeiros que nos ajudará a parar de complicar tanto e enxergarmos a felicidade de forma realista.

"FELICIDADE REALISTA"
( Martha Medeiros )

A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.

Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas. 

E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo.

Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito.
É o que dá ver tanta televisão.

Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. 
Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. 
Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.

Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.
Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se.

Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.



17.8.13

O que vem depois do "E viveram felizes para sempre"


10 em cada 10 meninas um dia já sonhou em ser princesa.. seja como uma princesa amiga igual a Branca de Neve, inteligente como a Bela ou corajosa como a Mulan.

E mesmo na vida adulta ainda sonhamos com um príncipe e com o "e viveram felizes para sempre" [só que de um jeito mais realista].

Mas será que as princesas realmente viveram felizes para sempre? 

Na série de fotos 'Fallen Princesses', a artista canadense Dina Goldstein retrata princesas clássicas no mundo real - e com problemas reais, de forma irônica.

Vamos ver?!

Jasmine

Ariel

Rapunzel

Branca de Neve

Bela

Cinderela

Fonte: BBC Brasil

15.8.13

Decoração: Criado-mudo


Segundo o dicionário, decorar significa "Reformular um espaço físico utilizando-se de diversos recursos ou ferramentas com a finalidade de torná-lo mais bonito e/ou funcional."

Eu simplesmente AMO deixar o ambiente com a minha cara, principalmente o quarto.

Para mim, o quarto é o nosso universo particular, o nosso mundinho próprio. Então, nada melhor do que deixá-lo do nosso jeito.

Hoje começarei a mostrar ideias/inspirações de decoração para o quarto, mas lógico que você pode/deve adaptá-lo ao seu jeito [além de espaço e bolso].

O primeiro item do quarto será o criado-mudo. Vamos ver?!




13.8.13

Batom baratinho com cara de MAC


Um item de maquiagem indispensável para mim é o batom. Seja para ir na padaria ou numa festa não consigo ficar sem ter, ao menos 1, na bolsa.

Graças a internet conheci a marca Vult, e tive vontade de experimentar algum produto, principalmente os batons [a louca por batons]. Sempre lia que os batons além de baratos, são de qualidade e que possuem lindas cores, mas não encontrava.

Hoje fui na farmácia [nem estava pensando em ver se tinha maquiagem], mas no balcão onde fui atendida, tinha alguns produtos da Vult. E como sou curiosa, já comecei a ver as cores [testei tudo e saí de lá com o pulso coloridíssimo. Alô farmácia, coloca uns lencinhos umedecidos junto ao mostruário].

O melhor, para começar a gostar de uma marca nova, é encontrar uma cor bem parecida com algum batom queridinho nosso, não é mesmo?! E foi exatamente o que aconteceu quando mexia nos batons. 
Me encantei com o número 34, pois ele é muito parecido com o Chatterbox da MAC. 

O batom número 34 possui textura cremosa, e sua cor é um coral com fundo rosa. A duração não é maravilhosa como a dos batons mate, mas também não é ruim. A única coisa que não gostei foi da embalagem, que é muito simples. 



Adorei conhecer o "primo pobre" do Chatterbox. Na minha opinião, vale muito a pena comprar o n° 34 da Vult, pois, devido a textura cremosa, a fixação não é maravilhosa nem no Chatterbox [e o precinho dos produtos da MAC são bem salgados aqui no nosso querido Brasil]. 

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