18.9.13

Casamento: O amor e a cumplicidade nunca saem de moda!


Sempre comento que a cada ano que passa, parece que os valores morais estão invertidos, e que eu nasci na época errada porque gosto de algumas coisas consideradas antigas (como sonhar em casar, ter filhos...). 

Para quem está um pouco desnorteado com tanta inversão de valores [é tanta coisa errada que querem nos impor como se fosse certo e normal], trouxe um trechinho de um texto de Martha Medeiros sobre intimidade e casamento. E para completar, que tal depois vermos algumas reações dos noivos?


Intimidade é ler os olhos, os lábios e as mãos de quem está com você. Mais do que repartir um endereço, é repartir um projeto de vida. Não basta estar disponível, não basta apoiar decisões, não basta acompanhar no cinema: intimidade é não precisar ser acionado, pois já se está mentalmente a postos.

Intimidade é não ter vergonha de ser o que a gente é, não precisar explicar coisa alguma, ser compreendido e brigar sabendo que nada irá se romper. Intimidade é não precisar andar na ponta dos pés pelos corredores de uma vida compartilhada.
[...]
O casamento dá uma intimidade rara, apaziguadora, salutar. Não há máscaras nem teatro: é o habitat natural de um homem e de uma mulher que se querem como são. 
Martha Medeiros



  




Fotos retiradas do site Zupi 

O amor e a cumplicidade nunca saem de moda!

16.9.13

Sim, seu pet pode entrar em depressão!

Hoje o post será dedicado a saúde, mas não a nossa,  e sim a dos bichos de estimação.

Você sabia que a depressão é um mal que não afeta somente os humanos? 
Pois é! Os animais, principalmente cães e gatos, também podem sofrer com esta doença. [Confesso que não sabia disso!]
Google Imagens

Resolvi abordar esse tema, pois tenho dois gatos, ou melhor, tinha. 

Perdi um dos meus bichinhos essa semana [agora ele está se divertindo no céu dos animais];  e a que sobrou está muito triste, diminuiu o ritmo das brincadeiras, dorme mais do que o normal, e mia o tempo todo (principalmente durante a noite). 

Preocupada com a minha gata, pesquisei sobre o problema e descobri que os bichinhos tem seu período de luto e que podem desenvolver uma depressão. [Por isso temos que ficar atentos.]

Na pesquisa que fiz, descobri que assim como em humanos, fatores dos mais variados levam um animal domesticado a entrar em depressão.

Como por exemplo:
  • Perda de um humano amado ou de uma companhia animal; 
  • Introdução de um novo indivíduo sendo da mesma espécie ou não;
  • Mudança de ambiente ou mesmo de rotina subitamente; 
  • Solidão.
Cada animal responde de uma maneira diferente, então é necessário ficar atento a alguns sinais mais comuns:

  • Isolamento;
  • Agressividade;
  • Parar ou diminuir o consumo de ração;
  • Não brincar;
  • Miado excessivo.

Atenção: Diferença entre cães e gatos (independência)

É comum não repararmos imediatamente na mudança de comportamento dos felinos, pois diferentemente dos caninos, os felinos, naturalmente, precisam menos dos seus donos por serem animais independentes, mas apresentam depressão e sinais clínicos semelhantes aos do cão.

Google Imagens

Depressão é coisa séria! : Sem tratamento, a depressão contínua pode comprometer o sistema imunológico do seu bichinho, levando a sérios problemas de saúde. 
Mesmo que alguns só precisem de um pouco mais de atenção para melhorarem, outros podem precisar de cuidados clínicos mais específicos para se recuperarem da depressão.


Então, antes de adotarem ou comprarem um bichinho de estimação, tenham em mente de que eles precisam de amor, espaço e de cuidados.

E se seu bichinho estiver triste, dedique um pouco do seu tempo para brincar e dar mais atenção à ele.

Fonte:
Id Med Pet
Cat Lovers

11.9.13

Estresse: O mal do século

Essa semana, saiu na imprensa internacional, fotos da atriz Kristen Stewart (a eterna Bella da saga Crepúsculo) com falhas no cabelo, durante as gravações de um novo filme, e que é provável que o motivo da queda dos cabelos seja o estresse.

Aproveitando essa notícia, o post de hoje falará sobre o estresse, que vem afetando pessoas de todas as idades.

Muito se fala sobre o estresse, que vem sendo caracterizado como a doença do século XXI.

Com certeza você já falou ou já ouviu alguém falar que está com estresse, ou estressado. [eu falo sempre!]
Falar de estresse todo mundo fala – mas pouca gente sabe o que, de fato, é esse mal. As pessoas usam essa palavra para dizer que o dia foi corrido, com um monte de coisas para fazer, mas isso não necessariamente gera sinais de estresse.

Saiba que: 

O estresse é uma defesa natural que nos ajuda a sobreviver desde os primórdios da existência humana. 
E o estresse fisiológico, sem sobrecargas, pode contribuir de forma saudável para o crescimento e o desenvolvimento dos nossos ossos, músculos, cérebro e demais partes do corpo. 

No entanto, o estresse do mundo moderno é  resultado do acúmulo de pequenos problemas que se repetem todos os dias, que provocam um discreto e constante aumento da pressão arterial e do número dos batimentos cardíacos que, sem dúvida, trazem consequências ruins para o organismo.

Atenção:

Ninguém adoece, devido ao estresse, de um dia para o outro . O próprio corpo nos envia alguns sinais avisando que as coisas não vão bem. 
Confira alguns dos sinais que podem indicar estresse:
  • sensação de desgaste constante
  • alteração de sono (dormir demais ou pouco)
  • tensão muscular
  • formigamento (na face ou nas mãos, por exemplo)
  • problemas de pele
  • hipertensão
  • mudança de apetite
  • alterações de humor
  • perda de interesse pelas coisas
  • problemas de atenção, concentração e memória
  • ansiedade
  • depressão
Conselhos para prevenir o estresse:

Identificar a causa: O primeiro passo é identificar a causa do estresse e verificar se é possível afastá-la. 
Se não for, é preciso criar estratégias para resolvê-la. Às vezes, a solução encontrada não é a ideal, mas é a que se pode pôr em prática naquele momento.

Ter horas de sono e lazer:  Horas de sono e de lazer para reduzir os níveis constantes de adrenalina também são boa medida profilática.

Praticar Atividade física: A atividade física, mas sem cobrança de desempenho perfeito, é fundamental nesse processo.
A atividade física ajuda a neutralizar a ação dos neurotransmissores que são liberados pelo estresse, porque nosso organismo tem uma fábrica excelente de endorfina. Se fizermos exercícios, quaisquer que sejam eles, por mais de 20 minutos, o nível de endorfina, principalmente no cérebro, aumenta e isso proporciona uma sensação de bem-estar.

Ter Hobbies: Curtir alguns hobbies ajuda muito, desde que não estejam relacionados com o trabalho do dia a dia. Se sou médica, vou me distrair fazendo crochê, tricô ou pintura para meu cérebro descansar nesse período.

Não se auto medicar: Acima de tudo, a pessoa não deve automedicar-se. Incluindo nisso o álcool que anestesia, os tranquilizantes e os analgésicos. Se a pessoa não conseguir controlar os níveis de estresse sozinha, deve procurar ajuda profissional.



Fonte:
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...